Boku no Hero | Segunda Temporada

Muita ação, descobertas... será que é melhor que a primeira? alcançou minhas expectativas? Todas minhas opiniões aqui!

Resumo: Por toda a sua vida, Izuku sonhou ser um herói, um objetivo desafiador especialmente para um garoto sem superpoderes em um mundo onde 80% da população tem algum tipo de dom. Mas isso não vai impedi-lo de se matricular em uma das academias de heróis mais prestigiosas do mundo.

Avaliação: 4.5/5 (⭐⭐⭐⭐)

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Como a temporada anterior havia apresentado A Liga dos Vilões, uma aparição que foi repentina e uma batalha muito interessante, estava intrigada e ansiosa para descobrir quem eram esses vilões na segunda temporada. Entretanto, tive que reprimir minha ansiedade, já que a primeira metade da temporada apresentava o Festival Esportivo da U.A., uma competição em que alunos de diversas classes competiam e mostravam ao mundo e seus patrocinadores seu poder. Como é um anime de varias temporadas, eu entendo e relevo a demora para saber quem são os vilões, em específico o Tomura Shigaraki, personagem bem peculiar e curioso. Apesar dessa ansiedade, não foi nada árduo assistir a competição, ela foi repleta de batalhas incríveis e visualmente satisfatórias, e eu tiro meu chapéu para a adaptação do estúdio Bones por isso.

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Ainda que a competição tenha levado vários episódios, ela foi essencial para apresentar um pouco da história de Shoto Todoroki e porque ele não usa seu lado de fogo... essencial também para unir os personagens e criar novas amizades. Sobre o passado de Todoroki, acredito que poderia ser melhor aprofundado o fato de seu mãe ter sido escolhida por seu pai apenas por sua individualidade, uma busca de Endeavor para tornar sua linhagem cada vez mais forte e ser maior que o herói n° 1, All Might. É uma história bem sombria, principalmente a questão da mãe ter momentos de repulsa pelo filho ser parecido com o pai.


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Já no final da temporada, a pressão aumenta com a aparição de Stain, conhecido como o assassino de heróis. Além disso, foi muito interessante a construção da relação de Tenya Lida com seu irmão, que já vinha sendo citada desde a primeira temporada, e o sentimento de vingança que surge após Stain atacar seu irmão. Além de fornecer ao espectador uma ótima batalha entre o assassino e os três alunos da U.A., dá combustível também para a ação da Liga de Vilões, já que, mesmo com a derrota de Stain, o vilão deixa para o público e novos vilões uma motivação racional para a revolta contra os heróis. Ah, algo que me incomodou um pouco, não apenas em Boku no Hero, mas nos animes em geral, é tornar assédio como alívio cômico. Sério que as pessoas riem disso? Eu já havia comentado anteriormente, mas o personagem Minoru Mineta conseguiu ser muito pior nessa temporada. Pelo menos, há uma ponta de alívio em ver que os próprios alunos da U.A. repreendem genericamente as atitudes de Mineta.


Essa temporada conseguiu manter e até nutrir minha ansiedade ao liberar, aos poucos, aspectos essenciais para a construção da obra e das próximas temporadas, como o conhecimento sobre o passados dos integrantes da U.A., a apresentação dos alunos de diferentes turmas, a evolução constante de Midoriya, aparição de novos vilões que são relevantes e impactam no rumo da trama e também um maior conhecimento sobre a história do One For All.



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